O Nepal, em Matosinhos

Meu Pai, leu uma revista que saiu no fim de semana passado, cujo o tema era sobre como os estrangeiros cozinham cá em Portugal, ou seja, por outras  palavras, como é que pessoas com outro tipo de cultura e portanto que mantiveram a sua alimentação, como é que viviam cá em Portugal. E, por curiosidade, na capa vinha o casal da cozinha Japonesa, e o marido, era um Neivense, um conterrâneo nosso.

 

Então das imensas cozinha que por lá estava, estava a comida Nepalense, e o casal que representava a comida em questão abriram cá em Portugal, “Matosinhos, próximo de Leixões”, um restaurante cujo nome é “Monte Evareste”. E o meu pai, com curiosidade, disse vamos lá um dia espreitar, já que é aqui perto, vamos lá experimentar comida Nepalense.

 

E lá fomos. Sem a rua certa, que podiamos ter procurado no google, e com a ajuda de um taxista, fomos parar ao restaurante. Um pouco apagado, é verdade, no meio de todos os restaurantes principalmente marisqueiras não chiques, mas cheio de VIP’s, lá estava aquele restaurante pequenino, com algumas mesas, e vazio quando entramos ( quando saímos estava a sala cheia! e ao longo da rua, era dos poucos que estava todo cheio). A senhora, que era a que vinha na revista lá nos atendeu, e o meu pai lá disse olhe viemos por causa da reportagem, e a senhora que mal sabia falar português, ria, com um ar muito tímido, e com o tradicional como eu digo”ponto no meio da testa”.  O senhor que nos atendia, pensavamos nós que era o senhor mais velho desde a reportagem, mas não, era mesmo outra pessoa. O dono estava a cozinhar.

A fome era tanta que no inicio nem deu para criticar muito a comida.

 

 

No inicio dão uma espécie de um rolo crocante, com 3 molhos. Muito bom! Se forem lá, aviso já que o molho vermelho é super picante! Mesmo potente! E depois lá comemos mesmo, um pouco a seguir a sugestão do que vinha na revista. E depois, as sobremesas.

Claro,eu uma chocolateira, e porque não via mais nada sonante na lista das sobremesas, escolhi um bolo de chocolate cremoso com mousse de manga e doce de frutos. Bem senão soubesse o que tinha pedido tinha dito que o que tinham posto no prato era bosta de vaca, e quente ainda para mais. Mas a verdade, embora com um pouco de receio ainda na primeira garfada ( e com o nariz sempre em alerta) era DIVINO! E com a mousse de manga feita por eles, notava-se que tinha um saborzinho caseiro, sem muito açucar, suave. Muito bom. Mas para mim o mais curioso, e o melhor de tudo, foi quando trouxeram a conta. Qual “Imperadores” ou “Bolas de Neve”. Vejam só a foto.

Yami yami

Sim, é um guardanapo (não ia deixar tudo lá quando é óptimo). E sabem no meio de tanta cor o sabor principal? Anis. Para uma tola pelo sabor de anis como eu, não podia ter calhado melhor. Ainda para mais, depois de uma comida, com tantos sabores salgados, condimentados e picantes, não podia calhar melhor, uma coisa.. fresca. Só me deu vontade de ir perguntar á senhora de podia comprar o frasco.

Para uma experiência, recomendo. É uma coisa nova. Ir de novo? Só se for pelas bolinhas.

 

Até á próxima!

One response to “O Nepal, em Matosinhos

  1. Eu tb vi essa reportagem e conheci logo o filho da D. Ana da Paula. gostei muito da reportagem sobre as diferentes cozinhas do mundo, que existem mesmo aqui no nosso país.

    Bjs.

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