Limpezas

Falta de tempo, falta de tempo… E preguiçite aguda Q.B. quando paro! Tudo isto resulta em não vir aqui regularmente.

E porque até a única coisa que me passavam pela cabeça ou era falar de identificação de espécies animais ( nada porreiro pah!) ou então como analisar a sequência comportamental do gato ( mt seca, uma vez que no nosso trabalho não tivemos padrão xD ). Ou podia falar no mundo Marvel, e revistas BD mas isso é outro assunto para outro dia.

Mas aqui estou eu hoje, porquê? Porque resolvi procurar umas coisas, e quando dou por mim estava a fazer uma limpeza aos meus cantos escuros do quarto cheios de lixo. E, é sempre nessas alturas que nos dão nostalgia. Eu já faço de proposito. Não, não sou porca, mas quando faço limpezas a fundo, nunca é totalmente a fundo, porque nunca faço todas as partes ao mesmo tempo, para de vez em quando, quando volto a limpar (re)vejo coisas que já nao via há muito tempo!

E hoje passou isso, e coisas que nos poem envergonhados, outras que nos deixam contentes outras que nem sabemos como guardamos aquilo !

O meu entretimento numa aula de Português, e como podem ver, na época de Natal

Fotos tipo pass que tirei quando nasceu a minha prima Andreia, e quando estava no Ballet. Foi das ultimas vezes que vesti aqueles fatos.

Um CD que me deram quando andava na fase do Fantasma da Òpera!

Este nem me lembro de onde é

Este desenho foi o meu pai que o fez, bem como a história foi contada por ele. Foi quando eu queria na primária criar uma revista ambiental, e queria que tivesse uma parte de contos. Já naquela altura o meu lado biólogo me estava inerente

E depois encontrei este poema que por acaso é o unico que não me lembro quando escrevi nem porque mas parece uma música.

Continuamente

O mundo não me larga

Ou é eu que não o que largar

A Lua não me fala

E o Sol não me sorri

O mar vai-me deixando

E eu fico por aqui

Se corro demais

Fico cansada

Se fico presa

Não me sinto amada

Para onde me viro

O mesmo problema

Onde eu me escondo

O mesmo dilema

Percorro a minha vida continuamente

Pois o meu Mundo cabe nas minhas

Duas mãos

Fado cegueiro

Que não me mente

Alma inquieta

Que prefere o caos

Nada brilha no meu caminho

Apenas a minha luz

A sombra não fica comigo

Fico sempre a sós.

A minha maior contradição

É apelar por um meio termo

Pois

A minha maior perfeição

É ser um extremo.

E, depois de ver isto e muitas mais coisas que tenho por aqui, dá-me uma nostalgia….

Até á próxima!

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